Elsa suavizou imediatamente a expressão. Levou uma mão ao rosto de Darya, acariciando-o com ternura.
— Vês? Eu disse-te… — murmurou — um amor verdadeiro não se perde assim.
Darya deixou escapar uma pequena respiração, como se aquelas palavras fossem exatamente o que precisava de ouvir.
— Preciso de estar bem… — disse, quase como se falasse consigo própria. — Preciso que ele me veja… como antes.
Elsa sorriu.
— Então vamos tratar disso. — Ela bateu palmas suavemente, entrando no modo práti