— Lev…? — disse, surpresa. Ele sorriu, aproximando-se com um ramo de flores.
— Olá. — Havia algo nele que contrastava completamente com o ambiente da casa. Algo leve. Seguro. Presente. — Vim ver como estavas.
Darya aceitou as flores, aproximando-as do rosto por instinto.
— Obrigada… não era preciso.
— Eu sei — respondeu ele, com simplicidade.
Ela entregou o buquê o empregado. Por um momento, ficou a olhar para Lev, como se estivesse a decidir algo.
— Eu estava de saída… — disse. — Queres