CAPÍTULO 107

— Lev…? — disse, surpresa. Ele sorriu, aproximando-se com um ramo de flores.

— Olá. — Havia algo nele que contrastava completamente com o ambiente da casa. Algo leve. Seguro. Presente. — Vim ver como estavas.

Darya aceitou as flores, aproximando-as do rosto por instinto.

— Obrigada… não era preciso.

— Eu sei — respondeu ele, com simplicidade.

Ela entregou o buquê o empregado. Por um momento, ficou a olhar para Lev, como se estivesse a decidir algo.

— Eu estava de saída… — disse. — Queres
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