Chegaram à casa já com o céu completamente escuro. As luzes exteriores estavam acesas, suaves, reflectindo-se na madeira clara do alpendre. Matteo pousou Darya no chão apenas à entrada, mas manteve o braço à volta da cintura dela, como se ainda não estivesse disposto a largá-la por completo.
— Ainda achas que não fizemos nada hoje? — perguntou ele, num tom divertido.
— Fizemos tudo — respondeu ela, bocejando. — E isso inclui andar, nadar, comer e existir fora da cama. Estou orgulhosa de nós.