— Alô.
— Querida, como estás? — era a voz doce de Ariella, a mãe de Matteo.
— Estou bem… e tu, sogra? — a palavra ainda lhe soava estranha na boca; não sabia se gostava, se detestava, ou apenas se estava a habituar.
— Estou óptima. Queria saber se ainda vens hoje. Precisamos de ver as coisas do casamento: o vestido, os ajustes e tudo o resto. Faltam poucos dias. E estava a pensar organizar um jantar esta sexta-feira com a família. Eles precisam de te conhecer.
— Claro. Ia mesmo ligar-te par