— O que é que tu achas que estás a fazer?
Perguntou Darya, a voz fria mas tensa, enquanto encarava
Bianca, que já se encontrava sentada no banco do motorista. Ela lançou-lhe um olhar de desafio, os lábios pintados num sorriso quase provocatório.
— Não te parece óbvio? — respondeu com desdém. — Vou contigo até onde o Matteo está. Tu própria disseste que qualquer problema relacionado com o noivado deve ser resolvido com ele, não é? Pois bem, que assim seja.
Darya revirou os olhos, contendo um suspiro impaciente. Já não tinha energia para discutir. A presença da irmã sempre lhe parecia uma força que drenava a paciência e o equilíbrio. Se Bianca queria ver Matteo, que fosse. Ele que tratasse de resolver mais esse problema.
Entrou no carro em silêncio, e a viagem prosseguiu num ambiente quase sufocante. O único som audível era o do motor a ronronar e o tique-taque insistente do relógio digital no painel.
Darya fitava o caminho à frente, mas podia sentir o olhar de Bianca a pe