- Sim - confirmou ele. - Eu me perguntava como alguém que estava doente daquela forma conseguia viver tão intensamente, sem medo, sem leis, sem pressão. Ela simplesmente vivia.
Sorri entre as presas, lembrando-me do jeito extrovertido de minha irmã. Agatha era a pessoa mais cheia de energia que eu conhecia, intensa em tudo o que fazia, dedicando-se de corpo e alma ao que queria...
- Então, você se apaixonou? - Precisava perguntar, já ciente da resposta que se revelava claramente em seus olhos.