Sentada junto ao balcão, Paulina olhava fixamente a porta do bar, o nervosismo preenchendo cada célula de seu corpo, as mãos suadas escorregando na alça preta da pequena bolsa em seu colo, seus olhos pinicavam e a muito custo — imaginando que borraria a maquiagem — controlava a vontade de coça-los.
Chegou ao bar quinze minutos antes do horário combinado para se familiarizar, no entanto, conforme os minutos passavam lentamente se dividia entre ficar e ir embora. O ambiente a incomodava, sentia-s