Raquel passou os olhos pelo quadro de vidro do escritório pela terceira vez naquela manhã. Linhas, datas, unidades, nomes. Nada ali era aleatório. Se antes a crise parecia um conjunto de ataques desconexos, agora começava a revelar algo muito mais inquietante: inteligência.
Ela respirou fundo e cruzou os braços.
— Não é vandalismo — disse em voz baixa, mais para si mesma do que para qualquer outra pessoa. — É estratégia.
Os relatórios estavam organizados por ordem cronológica. Sempre que uma un