Raquel não acreditava em pressentimentos, mas acreditava em padrões.
E havia algo errado naquela manhã.
O restaurante ainda estava fechado para o público, mas a cozinha já pulsava em atividade silenciosa. O cheiro de pão fresco misturava-se ao café forte que ela segurava sem beber. Desde cedo, sua mente repassava números, relatórios, auditorias — e, ainda assim, havia uma sensação incômoda de espera, como se algo estivesse prestes a atravessar a porta.
Quando Francine entrou em seu escritór