— Não, acho que deve ser presente de algum cliente. — Mônica agradeceu à colega com um sorriso discreto, mantendo a compostura de sempre, como se nada tivesse acontecido.
Ao chegar à sua mesa, viu um buquê de camélias brancas impecáveis, exalando uma fragrância suave e envolvente. Ao lado, havia um presente finamente embalado. Suas mãos começaram a esfriar.
Só ele sabia que ela gostava de camélias.
Entre as flores, havia um cartão cor-de-rosa delicado. Mônica o puxou e, ao abri-lo, leu a frase: