Bem na hora em que as portas do elevador se abriram, Mônica, que estava encostada nelas, perdeu o equilíbrio e caiu para trás.
Rubem estendeu a mão e segurou-a.
Os dedos dele estavam frios, mas ele a puxou de volta para dentro do elevador com firmeza, garantindo que ela ficasse de pé. Foi rápido. Em menos de dez segundos, ele já havia retirado a mão de forma educada.
Mônica ainda estava atordoada.
Rubem apertou o botão do andar e, com a voz calma, disse:
— Mônica, considere isso como um favor ao