36. LUTHER PERDE O CONTROLE
POV ROSE
Não era possível que aquele homem viesse tirar minha paz.
Respirei fundo.
Apesar de querer dar um chute no senhor Luther, eu precisava tratá-lo bem.
Luis, meu chefe, o considerava muito.
Espremi os lábios e soltei um suspiro.
— Vai querer o quê?
Ele deu uma risadinha.
— Qual é a graça? — não me contive.
— Nenhuma. Quero dizer… o seu jeito.
— Estou trabalhando. Vai pedir alguma coisa ou não?
Seus olhos continuaram fixos em mim.
— Eu só queria trocar uma palavra com você.
— Nós não temos