06

A noite caía na bela Londres. Tinha sido um ótimo dia de trabalho: tudo correra conforme o planejado por Alekos, o que o deixava satisfeito. Ele decidiu convidar Freya para jantar.

Estava hospedado no Hotel Four Seasons, no número 10 da Trinity Square, onde a comida era requintada, digna dos paladares mais exigentes.

Lembrei-me de que Dakota sempre dizia que gostaria de conhecer Londres. Imediatamente descartou a ideia. Ela não passava de mais uma amante, e a pior de todas. Ela havia mentido para ele, dizendo que estava grávida. Que tipo de mulher mentiria sobre isso? Era isso que ela era: uma megera. Esse seria seu pensamento recorrente dali em diante.

Pegou o telefone e pediu para ser transferido para o quarto de Freya.

"Alô!"

"Freya, quero que você jante comigo hoje à noite. Estarei te esperando às oito. Jantaremos no meu quarto."

"Claro, te vejo lá, Alekos!" Ela respondeu, sem conseguir esconder o entusiasmo.

"Estarei lá." Em seu quarto, Freya não conseguia acreditar na sua sorte. Começou a procurar algo para vestir, mas nada lhe agradou. Então, decidiu sair e comprar algo novo.

Depois das compras, tomou um longo banho de banheira. Escolhera um vestido curto, justo e decotado, com lingerie de renda, tudo em vermelho. Prendeu o cabelo e, olhando-se no espelho, soube que estava deslumbrante. Às oito horas em ponto, como previsto, estava à porta do quarto de Alekos.

Uma das criadas abriu a porta e a conduziu até onde ele estava.

Assim que Alekos a viu, soube que Freya estava disposta a tudo. Mas era isso que ele queria? Sim, ele buscava algum entretenimento, uma distração, além de seus copos de uísque. Mas Freya era uma boa secretária, e se envolver com ela provavelmente significaria ficar sem seus serviços mais tarde.

“Sente-se, Freya”, disse ele, puxando a cadeira para ela. Então, sentou-se à sua frente. “Espero que não se importe de jantar aqui. Achei que seria mais discreto.”

Ela sorriu. Era tudo o que ela desejara nos últimos três anos, desde que começara a trabalhar com ele, embora, na verdade, estivesse na empresa há mais tempo.

“Este parece o lugar perfeito, Alekos. Bem mais íntimo”, disse ela, mordendo o lábio inferior.

Ela esperara por essa oportunidade há três anos. Alekos era bonito, rico… o homem ideal. Nos dois primeiros anos de trabalho juntos, ele trocava de mulher a cada três meses. Sempre uma diferente. Mas, no último ano, ele se envolveu com uma garota boba, Dakota. Ela não fazia parte do círculo social dele, mas mesmo assim conseguiu mantê-lo por perto durante um ano inteiro. Desta vez, Freya não deixaria a oportunidade escapar. E, embora não soubesse por que Dakota o havia deixado, faria tudo o que pudesse para impedi-lo de voltar para ela.

A noite foi mais agradável do que Alekos esperava. A conversa fluiu entre negócios, política e arte. Freya era mais culta do que ele se lembrava.

"Freya", disse ele de repente, sério, "você sabe que se algo acontecer entre nós, será sem compromisso. Quando eu quiser, sem promessas, sem amor. E, se necessário, você deixará de trabalhar para mim."

Ela sorriu, embora não fosse exatamente o que esperava. Mas sabia que isso poderia mudar.

"Alekos, e quem disse que estou procurando amor?", respondeu ela, inclinando-se para ele e beijando-o apaixonadamente.

Ela pegou a mão dele, conduziu-o até a cama e começou a desabotoar sua camisa enquanto continuava a beijá-lo. Então, levantou-se e baixou lentamente o vestido.

Alekos teve que admitir que sua secretária era bem-proporcionada: um bumbum firme, seios fartos. Freya ajoelhou-se diante dele e começou a abrir o zíper do vestido, determinada a deixar uma impressão que ele não esqueceria.

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