E ela seguiu.
Ainda trêmula.
Ainda sem saber o que fazer com as mãos.
Ainda aprendendo o ritmo dele, o toque dele, o corpo dele.
Mas o efeito era devastador.
Porque Nyana não sabia jogar.
Não sabia seduzir.
Não sabia conduzir.
Ela sentia.
E isso, para um homem como Araziel Vael, era infinitamente mais perigoso.
Quando ele quebrou o beijo — por necessidade, não por vontade — manteve a testa colada à dela, a respiração entrelaçada.
Nyana estava ofegante, bochechas coradas, olhos brilhando de um j