21:20h – Apartamento de Nyana
Nyana estava sentada no sofá, enrolada no cobertor como se tivesse cometido um crime federal. O celular ainda estava na mão, a mensagem que enviara para Cassandra brilhando na tela.
A campainha tocou — dois toques longos e insistentes.
Nyana nem olhou pelo olho mágico. Abriu a porta ainda enrolada no cobertor.
Cassandra irrompeu como um furacão de baunilha e glitter: cabelos cacheados soltos, vestido colorido demais para uma segunda-feira, e um saco de batata frita