O silêncio que se formou depois da decisão não foi interrompido de imediato. Cada um ali parecia reorganizar mentalmente o que precisava ser feito, não mais como hipótese, mas como execução. Celina permaneceu próxima à janela, o olhar distante, enquanto Gabriel apoiava o corpo na bancada e Rafaelle se mantinha no sofá, com a postura relaxada demais para alguém que estava, naquele momento, ajudando a construir algo que não permitiria volta.
Foi Rafaelle quem quebrou o silêncio.
— Talvez a gen