O relógio já marcava um pouco mais das seis horas da tarde, quando Carlito e Alice estavam prestes a sair do Pallace Club. O celular dele vibrou. Uma mensagem discreta do segurança informava:
“A dona Valentina já está por aqui.”
Ele sorriu, satisfeito. Aquele tipo de sorriso que antecede um movimento estratégico, de quem claramente tramava algo. Olhou de canto para Alice e, com a voz mansa, sugeriu:
— Faz um favor? Esqueci de pegar uma pasta... Enquanto vou procurar, vai lá na cobertura conferi