Acordei e vi Átila sentado na beirada da cama, me observando. Instantaneamente, as lembranças da noite anterior voltaram e corei, constrangida pelo colapso inexplicável.
— Desculpe — murmurei, segurando o cobertor contra o peito ao me sentar. — Não sei o que deu em mim.
Átila não se moveu. — Você não precisa se desculpar,
querida. — Apesar das palavras reconfortantes, o olhar dele era inescrutável. A expressão dele ainda estava fechada e distante. — Você merecia chorar.
Não estava se