Capítulo 30 — O ponto em que não há retorno
Ísis não escolheu o local por conveniência, nem por simbolismo. Escolheu porque era neutro o suficiente para não favorecer memória alguma e controlado o bastante para não permitir interferências. Um espaço onde nenhuma narrativa anterior pudesse ser evocada como vantagem. Aquilo importava. Depois do que tinha sido revelado, qualquer detalhe que pudesse deslocar o eixo da conversa precisava ser eliminado.
Ela chegou alguns minutos antes do horário marc