Capítulo 29 — O que nunca foi coincidência
Ísis já não trabalhava mais com a hipótese de acaso. Nos últimos dias, cada movimento observado, cada ausência calculada e cada pressão cuidadosamente posicionada indicavam uma lógica maior do que decisões isoladas. Ainda assim, até aquele momento, tudo permanecia no campo da inferência. Havia leitura, havia padrão, mas ainda faltava a confirmação que transformasse suspeita em estrutura.
Ela surgiu no fim do dia.
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