— E você, Aurora. O que seria capaz de fazer para que o seu pai tivesse um atendimento digno?
Quis gritar que ele não podia jogar com a vida do meu pai, mas abaixei a cabeça.
— O que você quer?
— Entra no carro.
Levantei sem pensar em nada, meu corpo anestesiado, o peso do mundo parecia ter encontrado abrigo sobre os meus ombros.
Suzanna nos seguiu para o estacionamento e, quando Noah abriu a porta do carro, ela se sentou na frente.
— Esse banco é da minha mulher. Você vai atrás.
— Noah, pelo a