Noah abriu a porta.A camisa branca estava aberta, o cabelo bagunçado.Mas ele não pareceu irritado, ao contrário. Parecia satisfeito com a minha chegada. Ele deu um passo para o lado.— Aurora. Entre, por favor.Meus olhos vagaram pelo escritório e, quando vi o que aquele lugar escondia, o meu peito apertou tanto que a minha respiração falhou.A assistente do meu marido, a mulher que todos chamavam de senhorita Nunes, estava sentada sobre a mesa, completamente nua.As pernas abertas, e ela deslizava a mão na própria intimidade enquanto olhava para o meu marido. O som dos dedos dela deslizava sobre o clitóris e, mais abaixo, ela estava preenchida pelo objeto que trazia o nome de Noah.Ela não se cobriu.Apenas sorriu com deboche, tirou aquilo de dentro dela e o barulho me enojou, apesar de fazer meu sangue subir para o rosto.Senti algo estranho misturado à raiva. Uma espécie de calor que eu não sabia descrever.Ela levantou e caminhou, balançando os quadris de um jeito exagerado. Os
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