Mundo ficciónIniciar sesiónFlores sempre são para alguém.
Mas o som dos passos de Noah no mármore do hall parecia anunciar outra coisa.
Ele não sorriu quando nos viu, nem ajeitou o paletó como sempre fazia.
Suzanna e eu paramos.
Noah segurava o buquê com firmeza e parou a poucos metros de distância.
Eu sabia que era um pedido de desculpas para mim, Suzanna parecia acreditar que eram para ela, e a voz de Noah soou firme.







