Alejandro observa o bolo mais uma vez e sorri de canto, como se planejasse algo. Ele passa a mão pelo cabelo, ajeitando os fios bagunçados pelo vento do helicóptero, e me lança aquele olhar que sempre faz meu coração disparar.
— Então, Luna... — começa ele, aproximando-se da mesa com uma lentidão calculada. — Acha mesmo que vou comer esse bolo agora?
— Não acha que está bonito o suficiente? — provoco, cruzando os braços e tentando esconder o sorriso.
Ele dá uma risada baixa, quase rouca, e bala