UMA SEMANA DEPOIS Sophia tinha a impressão de que era vigiada. Naquela manhã, ao sair da casa de repouso, depois de contar a novidade da gravidez para uma esfuziante Lolita, encaminhou-se para o estacionamento com a sensação de que era seguida.
Olhou por cima do ombro antes de entrar no automóvel e não viu ninguém. Sentou-se ao volante e puxou a porta. Soltou a respiração num jato forte, como se liberasse a tensão. Mas ela continuava tensa.
Rumou para a clínica médica onde se encontraria com Ra