AIYANA
Maxim estava dentro de mim quando acordei.
Não foi gentil. Não foi doce. Foi necessidade. A dele. A minha.
Eu nem sei quando ele chegou. Só sei que estava dormindo com Icarus um sono leve, aquecido por um braço protetor ao redor da minha cintura e, de repente, fui arrancada de lá.
Literalmente.
Max me jogou contra a parede do meu próprio quarto como se meu corpo fosse seu para comandar, havia urgência na forma como me tomou, me apertou e mordeu. Como se quisesse me marcar de novo. E de n