A felicidade durou apenas algumas horas.
Depois de meses vivendo com medo, fugindo, escondendo a gravidez e tentando sobreviver sozinha em uma cidade desconhecida, Ayla finalmente acreditou que a dor havia terminado.
Naquela manhã, pela primeira vez em muito tempo, acordou sentindo algo próximo da paz. A luz suave do amanhecer atravessava as cortinas do quarto da maternidade, espalhando tons dourados sobre as paredes claras e criando uma atmosfera acolhedora que contrastava completamente com o