E lá estava ela... Descendo as escadas da “minha” casa, com um sorriso esplêndido no rosto, coberta com um pedaço de tecido que ousaria me dizer que se chamava vestido, de cor amarela... Ou seria dourado? Enfim, a porra de uma cor que acho que nem existia na paleta de cores. Os cabelos estavam soltos, descendo em ondas castanhas pelo colo perfeito, e no alto da cabeça tinha o número 22, seguro por uma tiara.
Parecia uma modelo desfilando para um estilista famoso, num corpo esbelto, onde qualque