O som da porta da presidência se fechando foi como um golpe seco no peito de Giorgio. Ísis saíra sem olhar para trás, a silhueta rígida e a decepção vibrando no ar que ela deixara. O perfume dela, que antes trazia paz, agora parecia misturado ao cheiro amargo de uma derrota iminente. O conto de fadas, que parecia sólido sob os lençóis da cobertura, agora parecia uma aquarela deixada na chuva: as cores borradas, o papel desfazendo-se.
Giorgio desabou em sua cadeira, as mãos cobrindo o rosto. Ele