O som do choro de Soraya Sousa ecoava pelas paredes de mármore da mansão Cezario, um ruído estridente que destoava da elegância fria do ambiente. Ela estava jogada no divã de veludo da biblioteca, o rímel caro borrando suas bochechas enquanto Margareth observava a cena com a paciência de uma estátua.
— Ele me rejeitou, Margareth! — Soraya soluçou, apertando um lenço de seda. — Adiou a festa... na frente de todos os funcionários! Ele me olhou como se eu fosse um fardo, um erro de contrato. É aqu