Isadora
Acordei com o som de risadas vindo do jardim. Não eram risadas contidas ou diplomáticas, mas o som cristalino de Sofia e a voz barítona de Sr. Alberto. O sol de domingo entrava atrevido pelas frestas da cortina, avisando que a tempestade emocional da noite anterior precisava, ao menos por algumas horas, de uma trégua.
Ao descer, encontrei uma cena que parecia saída de um comercial de margarina, se não fosse pelo fato de estarmos na mansão Vaz. A mesa do café estava posta no terraço, m