Isadora
As paredes da mansão Vaz pareciam estar se fechando sobre mim. O silêncio entre Rafael e eu não era apenas a ausência de som; era uma massa densa, fria e asfixiante que preenchia cada corredor. Eu não conseguia respirar naquele luxo que, agora, parecia uma vitrine de mentiras.
Precisei sair. Liguei para Eduardo, que desde o meu casamento havia se mudado para um apartamento próprio, mas que continuava sendo o porto seguro de Sofia. Ele aceitou ficar com ela imediatamente, com aquela ge