Acordei com um estrondo tão alto que meu corpo reagiu antes da minha consciência. Me sentei na cama com o coração martelando, ainda presa à névoa do sono. Outro barulho ecoou — madeira arrastando, vidro batendo, vozes masculinas.
Meu instinto gritou.
Estiquei a mão para o lado da cama e agarrei o taco de beisebol.
Sim, eu durmo com um. Depois do que passei, confio mais nele do que na polícia.
Saí do quarto devagar, pés descalços, a respiração presa na garganta. Quando virei para a sala…
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