Ele estava tão perto agora que eu podia ver cada detalhe de seu rosto, a maneira como os músculos de sua mandíbula se contraíam levemente quando ele falava, a intensidade com que seus olhos fixavam os meus. Eu não sabia como reagir. Não sabia se devia resistir ou ceder. Ele me analisava de uma maneira tão profunda que eu comecei a sentir como se estivesse exposta, nua, apesar das minhas roupas. Algo dentro de mim tremia, não de medo, mas de algo mais visceral. Algo que eu não queria admitir, ma