A mansão de Dimitri James não era apenas grande; ela era imponente. Era o tipo de lugar que fazia você se sentir pequeno, não pela sua grandiosidade, mas pela sua frieza. Cada corredor, cada sala, tinha um propósito, mas não era acolhedor. Ao contrário, parecia uma prisão de luxo, onde a rigidez da estrutura refletia a personalidade do homem que a possuía. E, no meio disso tudo, estava eu — uma estranha, uma figura fora de lugar, sem saber se estava prestes a ser engolida pela própria situação