— Siga-me!— Eduardo ordenou, entrando no seu carro.
Eu entrei no meu e o segui. Ele parou num restaurante sofisticado, mas discreto.
Deixamos as chaves de nossos carros com o manobrista, e nos dirigimos para o interior do estabelecimento.
Fomos conduzidos até uma mesa de canto. Eduardo me olhava sério, misterioso. Ele puxou a cadeira para eu sentar, depois foi sentar-se de frente para mim.
— Muito bem, doutora Isabella Schmidt Andradas!
Engoli em seco. Eu sabi