As moças começaram a entrar e Cristal vinha na frente. Ela estava maravilhosa e imensamente feliz.
Ela me jogou um beijo e me mandou uma mensagem, onde eu tive que ler nos seus lábios:” Eu te amo, mãe!”
Eu já tinha pouco mais de vinte e seis anos, mas continuava sensível e chorava por qualquer coisa. Fiquei secando as lágrimas como boba. A minha menina, completando quinze anos, parecia mentira!
Adriana tentou ser gentil, puxando assunto com o meu marido:
— Sua filha está muito linda, Ale