Nada aconteceu de forma cinematográfica.
Não houve sinal.
Não houve intuição súbita.
Não houve frase do tipo “é agora”.
O que houve foi uma sequência de pequenas decisões práticas que, vistas de longe, pareciam aleatórias — mas que, juntas, empurraram minha vida para um lugar que eu jamais teria escolhido conscientemente.
O restaurante foi o primeiro limite.
Não porque eu não desse conta. Eu dava. Sempre dei. Mas comecei a perceber que, se continuasse ali, minha vida inteira seria construída em