Após responder à mensagem de Amelia, e dizer que iria botar uma roupa qualquer e ver o que ela estava aprontando, eu fui me vestir.
A questão é que eu não podia ir arrumada demais e não queria ir pouco arrumada. Na dúvida, me arrumei. Qualquer coisa eu dizia que já estava desconfiada. Até porque, que tipo de presente eu iria buscar em uma boate?
Meu celular informa que o uber que tinha pedido, havia chegado. Tranco o apartamento e desço.
[...]
A fachada da tal boate estava escura e só tinha um homem na porta. Bem típico de festa surpresa.
— hmmm... oi? — o gigante me encara. — Sou Dakota... minha irmã disse que...
— Sim, pode entrar.
Ele empurra a porta e sai da frente para que eu passe.
Estava tudo escuro e tão obvio, que eu fiquei parada e com os braços cruzados.
— Olá?
Tudo continuava silencioso e eu estava ficando irritada com aquilo. Quando ousei pegar o celular e ligar para minha irmã, as luzes se acendem e gritos de parabéns começam. Até confete jogaram na minha