No hospital, eu tinha feito tudo o que a tal enfermeira me instruiu, e depois de esperar por meia hora, a mesma surge e me pede que a acompanhe.
Nós andamos por um largo corredor, e entramos em uma sala quase vazia. Se não fosse pelo meu ex-namorado deitado em uma maca, com alguns fios grudados em seu peito.
— Oh meu Deus... — murmuro, levando a mão a boca. — Como ele está?
— Estava sedado, mas já deve estar para acordar. Senhora...
— Dakota.
— Dakota... seu namorado está em estágio terminal. — diz, e eu olho na direção dele. — O médico o deu uns meses, mas o estresse pode fazer com que esse tempo diminua.
— O que me recomenda fazer? Ele é meu ex e...
— Eu já conversei com ele algumas vezes, quando veio para consultas. Hugo parece ser apaixonado por você. Não o deixe sozinho.
Depois de um sorriso acolhedor, a enfermeira me deixa sozinha com Hugo. Eu não tinha coragem de me aproximar da cama. Algo fazia com que meus pés não se movessem. Talvez medo.
Meu celular vibra, indican