— Sério?
— Super.
Ele se enfia no nosso meio e puxa Amelia para andar mais rápido.
— TROUXA. — grito.
— Deixa ele. — Louis diz, se aproximando de mim. — Ele só quer transar...
— E não existe quarto no hotel?
Louis revira os olhos.
— Em um lugar inusitado.
— Ah...
— Você não?
— Que? — o olho, como se ele tivesse falado a coisa mais bizarra do mundo.
— Não quer?
— O que?
— Você sabe... — ele coça a nuca.
— Fala, Graham.
— Transar... em lugar inusitado...
— Ahhhh... — paro diante de uma vitrine de roupas. — Não. Que cropped lindo.
Ele bufa.
— O que foi, Louis? — pergunto, me virando para ele.
— Nada, Dakota. Nada.
Louis sai andando e eu vou atrás dele. Nós já não víamos Cody e Amelia.
— Vem aqui. — Louis diz, já me puxando pelo braço.
Entramos em uma joalheria, aonde ele vai diretamente ao balcão. Enquanto olhava os pingentes que ali havia, uma menina se aproxima.
— Olá senhor. Posso ajudar?
— Qual você mais gosta? — ele me pergunta.
— Por quê?
— Qual você mais