A noite caía lenta sobre a mansão Valenti, espalhando tons dourados pelas paredes de vidro que refletiam o jardim iluminado. O silêncio tinha um peso diferente ali dentro — não era vazio, era expectativa. Como se cada esquina guardasse conversas não ditas, gestos contidos e sentimentos que ninguém ousava admitir.
Elena caminhava pelo corredor com passos suaves, segurando a pequena mochila de Liam, ainda morna do banho. O menino dormia pesado sobre o ombro dela, o rosto rosado e o punho fechado