O dia começou com uma luz mais clara do que o habitual, como se o céu tivesse decidido colaborar. Não houve pressa. Dominic acordou antes de Elena, mas permaneceu deitado, observando o modo como a respiração dela mantinha o quarto em equilíbrio. Era um hábito recente — não vigiar, apenas estar. O tempo já não pedia prontidão; pedia presença.
Levantou-se devagar, fechando a porta sem ruído. A casa ainda dormia, mas não estava vazia. Havia sinais de vida espalhados de forma quase desorganizada: u