A casa finalmente havia mergulhado num silêncio que não era descanso, mas exaustão. Lorenzo dormia depois de muito custo, o corpo pequeno ainda reagindo a cada ruído distante como se o mundo permanecesse imprevisível. Laena ficou sentada ao lado da cama dele por alguns minutos além do necessário, observando o sobe e desce irregular do peito do menino, como se só se permitisse sair quando tivesse certeza de que aquele sono não seria interrompido por mais fantasmas.
Quando deixou o quarto, encont