Samuel
A sala ficou mais silenciosa na mesma hora. Só o Andryel ficou, cansado de tanto estímulo, esfregando os olhos.
Anny deixou cair o corpo no sofá, ao meu lado.
— Eu vou dormir junto com ele. — prometeu. — Que dia.
Olhei pra ela.
— O seu dia foi puxado, né?
— Dois seres humanos pequenos disputando o mesmo brinquedo. — respondeu. — E um deles é meu, o outro é emprestado. Eu devia cobrar taxa extra por “mediação de conflito”.
Sorri. A tensão do dia ainda batia na nuca, mas já não comandava