Mundo ficciónIniciar sesiónELISA
A casa de praia acordou devagar naquela manhã de sábado. O sol entrava pelas janelas abertas, pintando listras douradas no chão de madeira. O som das ondas era constante, como uma respiração profunda do mar. Eu me levantei cedo, antes das crianças, antes mesmo de Rafael. Meu corpo estava dizendo algo que minha mente ainda não queria ouvir.







