Mundo de ficçãoIniciar sessãoALBERTO
O telefone toca no meio da manhã, um som intrusivo e metálico que corta o frágil silêncio do meu escritório. Não é um cliente. Clientes não ligam mais. É o banco. De novo. O gerente, um homem cuja voz antes era melíflua e agora carrega um fio de aço, “sugere uma reunião urgente para revisar as linhas de crédito”.







