Capítulo 32: O Labirinto de Espelhos

ALBERTO

O telefone toca no meio da manhã, um som intrusivo e metálico que corta o frágil silêncio do meu escritório. Não é um cliente. Clientes não ligam mais. É o banco. De novo. O gerente, um homem cuja voz antes era melíflua e agora carrega um fio de aço, “sugere uma reunião urgente para revisar as linhas de crédito”.

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