E assim havia se passado exatamente um mês desde que Juan me tirou da civilização e me trouxe para cá. Um mês inteiro longe de tudo o que eu conhecia, longe de quem eu fui e, principalmente, longe de quem eu achei que poderia ser.
Eu não podia mais mentir para mim mesma.
Sentia falta dele.
Não era uma saudade comum, passageira, daquelas que aparecem em alguns momentos do dia. Era constante. Permanente. Um peso preso ao peito que não me abandonava nem quando eu dormia.
Todos os dias.
Todas as ho