Eu observei as pessoas entrando e saindo do vagão do metrô como se cada rosto desconhecido fosse um lembrete cruel de que o mundo seguia… mesmo quando o meu acabava de desabar.
Eu tinha entrado num táxi na porta do restaurante, mas mandei o motorista parar duas quadras depois. Paguei, desci e ainda caminhei um pouco antes de entrar no metrô, só para despistar Noah.
O homem não ficou nada feliz com a corrida interrompida.
Mas, sinceramente?
F***-se.
Eu estava espumando de raiva.
O que era para ser um dos dias mais felizes da minha vida… talvez o dia… tinha virado cinzas por culpa do imbecil do Noah Taylor.
Passei a mão pelo nariz, fungando baixinho, tentando segurar as lágrimas que insistiam em crescer toda vez que a imagem voltava.
Noah tocando o rosto da tal Glória com carinho.
Como se aquilo fosse natural.
Como se ele não tivesse acabado de me pedir em casamento minutos antes.
E o pior de tudo não foi nem isso.
Foi o modo como ele me diminuiu na frente dela.
“Essa é a Ema. Ela é bab