O dia seguinte começou sem que eu soubesse exatamente quando a noite tinha terminado.
Acordei com a luz entrando pela fresta da cortina do apartamento da empresa e, por um segundo, o cérebro tentou repetir o truque idiota de sempre: “talvez tenha sido só um sonho ruim”.
Aí eu vi o celular na mesa, a foto da Jojo no hospital ainda aberta na tela, a conversa cortada com o Matteo, as mensagens da Ana, do Daniel, da Bia.
Não era sonho. Era a versão mais real e distorcida da minha vida até agora.
Fi